[Resenha] A Rainha Vermelha, Victoria Aveyard
Sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.
A Rainha Vermelha (Red Queen) Editora Seguinte|422páginas| ISBN 978.85.65765.69.5
Temos aqui uma sociedade dividida pelos prateados e os vermelhos. Os do primeiro grupo são mais fortes, mais ricos e mais privilegiados, além de deter certos poderes os dando capacidade de dominar alguns elementos como fogo e água. Não sei se aconteceu com mais alguém, mas achava que as cores sanguíneas fossem apenas uma metáfora.
"Esta é a verdadeira distinção entre prateados e vermelhos: a cor do sangue. Esta única diferença os torna mais fortes, mais inteligentes e melhores do que nós".
Mare Barrow é vermelha. Isso significa que ela e sua família eram pobres, e que poderia ter o mesmo destino que seus irmãos, ser recrutada para a guerra. É totalmente diferente da irmã caçula, que tem um excelente dom de bordar, assim pode conseguir um trabalho e se livrar da guerra. Já Mare, o que faz de melhor é roubar.
Depois de um encontro misterioso com um garoto a caminho de casa, a garota é intimada para servir no Palácio Real como criada do rei. Acreditando que sua vida se resumiria a isso, decidiu se dedicar ao serviço cada dia a mais, até que no dia da Prova Real, evento o qual seriam escolhidas uma princesa para cada filho do rei, Mare descobre algo dormido dentro de si mesma que nunca ousou imaginar.
"Talvez o que ele tanto esconde seja isto... seu próprio coração".
Planos foram traçados e pessoas mentiam. Essas foram as medidas tomadas pelo rei e a rainha em relação a Mare. A protagonista descobriu que tinha muito mais em mãos do que nunca ousou imaginar. E com ajuda de alguns amigos vermelhos, se junta a Guarda Escarlate tendo como visão a queda dos prateados.
"Este que é o mundo que estou tentando derrubar, o mundo que está tentando me matar e matar tudo que amo. (...) Mas preciso tentar. Pela Cidade Cinzenta, por aqueles que nunca viram o sol".
Depois de mais ou menos oitenta páginas o livro surtiu o efeito de curiosidade em mim, mas não durou muito tempo. Não foi o gênero que não gostei, foi da história. Eu leio de tudo um pouco. Particularmente, A Rainha Vermelha não me prendeu. Contudo, o livo não é ruim, de jeito nenhum! Como eu disse no Instagram do blog, Victoria Aveyard construiu personagens fortes, os descrevendo maravilhosamente bem. O livro é muito bem escrito. A história é descrita com muitos detalhes, que por vezes pode se tornar enjoativo.
Por fim, essa é só a minha opinião como leitora. Os livros surtirão efeitos diferentes sobre cada pessoa. Não consegui me empolgar com ele, porém, toda leitura é válida. Com isso, faço um convite para vocês lerem o artigo PRECONCEITO LITERÁRIO FEAT. LEITORES HATERS de Ana Buranello do blog Entre Livros e Trânsitos.
Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!
Obrigada pela leitura!
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